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BIOGRAFIA DA ARTISTA PLÁSTICA LUZIA ZANOLLI
FOTOS DE OBRAS NA HISTÓRIA DA ARTE
FOTOS DE OBRAS DA ARTISTA LUZIA ZANOLLI
FOTOS DA LUZIA ZANOLLI EM EXPOSIÇÃO NA SUIÇA
Arte e história
Para compreender a História da Arte é necessário situa-la no tempo e no espaço, dentro da História Universal. Toda obra de arte expressa valores sociais. Através da arte pode-se obter uma síntese sensível da história de um povo. Determinadas épocas realçam e valorizam mais certos elementos da obra de arte. Ora ela é mais intelectual, ora mais sensível, às vezes mais dinâmica, às vezes mais estática; às vezes apresenta um equilíbrio mais rígido, às vezes mais flexível. É que o gosto estético reflete não apenas as emoções do artista, mas também a influência do meio social em que vive.
A arte na pré-história
Quando o homem primitivo, tomando o carvão e o ocre, desenha nas paredes de uma caverna as primeiras imagens do mundo circundante, abre-se um dos mais belos capítulos da História da Humanidade: a História da Arte. Gerações Incontáveis, durante milênios, continuarão sua obra, difundindo-a por todos os rincões da terra. E o homem desenha e pinta figuras entalha relevos na rocha modela estátuas de barro, pedra, osso e madeira faz adornos e utensílios; constrói dolmens e menhires.
...Que pretende ele? Horas de lazer? Satisfazer sua curiosidade? Cultuar deuses? Executar mágicos rituais? Estas perguntas perdem-se nas brumas do passado pré-histórico;. a respeito do qual pouquíssimas afirmações podem ser feitas com segurança. Uma coisa porém, é certa: Nestas épocas primitivas, quando o homem esta ainda, tão próximo dos outros animais, nada melhor para mostrar o seu "lado humano", que estes restos de arte pré-histórica, disseminados pelo mundo inteiro. Sua arte reflete sua vivência.
Nas forças da natureza e no poder místico dos deuses, concentram-se seus valores, no início, predominam o desenho e a gravura nas paredes das grutas, os temas são abstratos, evoluindo, depois, para o figurativo e representando cenas de caçadas. A pintura torna-se, então, um valioso auxiliar da comunicação humana, As cores são, vermelhos, amarelos e pretos, extraídos da terra e do sangue dos animais.
DICAS PARA conhecer melhor a arte na pré-história
1 - Pesquisar a evolução da arte na pré-história, através dos desenhos e pinturas rupestres. Analisar os fatores socais desta evolução, recordando o que você aprendeu a respeito, no Inicio de seus estudos de História Geral.
2 - Fazer um painel com ilustrações e textos explicativos sobre:
2.1- monumentos megalíticos: dolmens, menhires, etc,
2.2 - Evolução da escrita ideográfica.
3 - Criar símbolos que representem as estações do ano.
4 - Confeccionar pequenas esculturas de formas estilizadas, em pedra, madeira, ou outro material.
pintura egípcia
Como nos demais povos da Antigüidade, a pintura não é, entre os egípcios, uma arte autônoma, de vez que sua finalidade é exclusivamente decorativa. Usada na arquitetura, na escultura, na cerâmica, na ilustração de papiros, a pintura egípcia é tipicamente uma representação bidimensional. As cores são lisas e chapadas, sem nenhuma idéia de claro-escuro ou modelado, que possam sugerir volume. É completa a ausência de perspectiva linear.
Também aqui de regras imutáveis leva a uma repetição de figuras e posturas: o rosto membros inferiores são sempre de perfil, enquanto o tronco, normalmente, é posto de frente. Os olhos são colocados de frente, no de perfil. As pessoas mais são pintadas em tamanho maior, distingui-las das demais.
Deve-se notar que, além da pintura, escultura e arquitetura são muito desenvolvidas, entre os egípcios, a cerâmica, a ourivesaria e a arte do vidro.
a arte persa
No planalto do Irã, desenvolve-se a civilização persa, a partir do segundo milênio A.C., atingindo seu apogeu nos séculos VI AC. As ruínas de duas das principais cidades do império, Persépolis e Susa, testemunham seu grande desenvolvimento artístico. A arquitetura pode ser admirada nas ruínas do Palácio real de Persépolis, com suas esbeltas colunas de 18 metros de altura. Na escultura, desenvolvem um estilo próprio, com predominância de motivos animais. Um belo exemplo são os capitéis em forma de touro, esculpidos em mármore' e nos quais se apóia o teto da sala de audiências do palácio de Dario, o Grande, em Susa.
Trabalham, também, com muita arte do relevo, a ourivesaria e a decoração em ladrilhos esmalta.
ANTIGÜIDADE CLÁSSICA
PINTURA
A arte grega tem suas raízes na civilização minóico-cretense, hoje conhecida pelos restos de algumas cidades da pré-história helênica, como Tirinto, Micenas e Cnossos. Sofre a influência de outros povos, como os egípcios. Ao contrário destes, porém, os gregos não voltam a sua arte para a glorificação da vida futura; mas para o gozo da vida presente, Contemplando a natureza, o artista grego, empolga-se pela vida e tenta expressa suas múltiplas manifestações através da arte. Buscando a perfeição nestas representações, cria uma arte que se distingue pela elaboração intelectual: o ritmo, equilíbrio, a harmonia ideal.
Referências históricas a grandes pintores da época clássica e helenística: Zeuxis, Parrásio e Entretanto, o que resta da pintura grega são apenas pinturas vasculares.
Escultura
A escultura atinge na Grécia um dos mais elevados padrões de harmonia plástica. Certamente você já aprendeu que uma das características peculiares do povo grego é seu grande apreço pelos valores espirituais, unido à justa valorização da beleza e vigor físicos. Tais valores, cultivados na vida cotidiana, são cerne da educação grega e marcam profundamente a sua arte, sobretudo na escultura.
A ARTE romana
A arte desenvolvida no império Romano tem origem etrusca, mas, . desde cedo, sofre a Influência grega, presente nas colunas helênicas da Magna Grécia, ao sul da Itália. Esta influência cresce, na medida em que aumentam os contatos com os gregos, culminando com a transformação da Grécia em província romana, no século II a.C. A arte romana atinge o apogeu na época de Augusto e imperadores subseqüentes. Os setores em que mais se desenvolvem são:
Pintura: cultivam os romanos pintura helenística, minando as técnicas afresco e do mosaico cromado. Conhecem as noções de perspectiva e são hábeis no uso do claro-escuro.
Escultura: também aqui predomina a cópia do estilo e de famosas obras gregas. No retrato, entretanto, os artistas romanos primam pelo naturalismo: na fiel reprodução dos traços do retratado, chegam a uma notável perfeição, contrastando com a idealização fisionômica da estatuária grega.
Arquitetura: Sem dúvida, o ponto mais alto da arte romana. Combinando elementos etruscos (arco-pleno e abóbada), com outros, tirados do modelo grego, criam um estilo próprio, inconfundível. O equilíbrio e harmonia das construções helênicas cede lugar à poder e opulência.
A ARTE MEDIEVAL
Convencionou-se denominar Idade Média ao período da história européia compreendido entre os séculos V e XV da nossa era. A fase desta época é marcada, no pela decadência cultural, dentre outros fatores, das bárbaras. Na Europa, até o século X, cultura vive dias difíceis, lutando pela sobrevivência(o que não é diferente dos dias de hoje), nas escolas das igrejas mosteiros cristãos. Nos séculos VIII, IX, tendo por centro o império Carlos Magno, verifica-se uma renovação promissora, que se reflete nas realizações artísticas do Embora tímidas e pouco se comparadas ao esplendor da clássica, tais realizações são as sementes da arte românica e gótica. Enquanto isto acontece no Ocidente, o Oriente vê florescer a cultura bizantina, cujas raízes se encontram na arte páleo-cristã ou arte cristã primitiva,
a arte páleo-cristã
Quando o cristianismo é perseguido no império Romano, os cristãos refugiam-se nas catacumbas (túmulos subterrâneos) para a realização de seus cultos. Servindo à fé, criam uma arte própria, feita, sobretudo, de símbolos. Depois que o Edito de Milão (Constantino, ano 313) da liberdade de culto aos seguidores de Cristo, arte pode desenvolver-se mais livremente. E dela nascem, mais tarde, arte bizantina e a arte românica.
A ARTE BIZANTINA
Em 330 de nossa era, a antiga Bizâncio, agora Constantinopla, transformada em sede do Romano. Ali se desenvolve e de lá se irradia a arte bizantina, muito influenciada pelos povos orientais, sobretudo egípcios. É uma arte religiosa, que atinge seu apogeu na época do imperador Justiniano.
A pintura bizantina
É tipicamente bidimensional. Exímios coloristas, os bizantinos atingem grande perfeição nas miniaturas, iluminuras e imagens.
escultura bizantina
A decoração bizantina é especialmente bidimensional. Isto explica sua preferência pelo baixo-relevo. São também, famosos, seus trabalhos em marfim. Aquela beleza física formal dá arte grega é substituída por expressões estilizadas, mais de acordo com o misticismo cristão oriental.
A ARTE ROMÂNICA
Entre os séculos X e XIII, floresce na Europa a arte românica. Seus centros principais: Itália, França, Península ibérica e Alemanha. A imitação dos padrões romanos é marcada pela influência da cultura bizantina e pelo contato com os bárbaros. A arte está novamente a serviço da religião, sendo os mosteiros beneditinos os principais de sua irradiação.
Pintura: Os mosaicos cedem a preferência à pintura mural. Esta como a escultura, é mais decorativa e didática, voltada para á difusão da doutrina cristã. Plasticamente, é uma representação bidimensional. O desenho do espaço é mais simbólico que sensível e as figuras como acontecia entre os egípcios, obedecem à chamada convenção da perspectiva hierárquica: as figuras mais importantes são representadas em tamanho maior. Assim, no grupo, a disposição e tamanho das figuras é proporcional à importância de cada uma. Notabilizam-se, também, na decoração de manuscritos, onde se evidência, igualmente, a influência bizantina.
A ARTE DO RENASCIMENTO
Denomina-se Renascimento ou Renascença o período que marca, na .História da Europa Ocidental, a transição entre a Idade Média e os tempos modernos. Mais precisamente, é o período situado entre a segunda
metade do século XIV e o final do século XVI, embora, para muitos países, compreenda apenas este último. Trata-se de um movimento de renovação cultural, que se manifestou com maior pujança nas artes e nas ciências.
um erro secular
O nome Renascimento ou Renascença, adotado naquela época, faz supor que a arte e a cultura intelectual estavam mortas e tornam agora a nascer. Eis as razões deste erro:
Durante quase toda a Idade Média, a Europa é agitada por sucessivas invasões bárbaras e ensangüentada por inúmeras guerras entre reinos e senhores feudais. Menosprezadas pelos bárbaros, ciências e artes só conseguem refúgio nas igrejas e conventos. Com o tempo, tornam-se um patrimônio quase exclusivo da igreja e do clero católico, recebendo uma profunda marca da doutrina cristã. Na fase final da Idade Média, a situação começa a mudar. O panorama cultural transforma-se, com a renovação das estruturas sociais, políticas e econômicas do mundo europeu. A cultura clássica greco-romana é redescoberta, nas ruínas das cidades e na poeira das bibliotecas palacianas ou conventuais.
Uma nova cultura surge, continuando, por um lado, a cultura medieval, mas contrastando com ela, violentamente, em muitos aspectos. De fato, à influência do cristianismo, opõe-se o néo-paganismo; a austeridade medieval cede lugar ao luxo e à ostentação; o misticismo e a fé são suplantadas pelo mundanismo e pela critica racional. Ao invés de centrar seu universo em Deus, o homem coloca-se no centro do universo. Não é pois; de se estranhar, que o homem do Renascimento, empolgado com sua época, e imbuído de novos valores, subestime a cultura medieval. Lamentável, sim, é o fato de o preconceito e a má fé sustentarem tal erro durante vários séculos. Mas hoje, considerar a Idade Média como um período de ignorância, de trevas e atraso cultural, é um erro totalmente superado pela critica histórica.
O RENASCIMENTO ITALIANO
na pintura
GIOTTO (1267-1337) é o precursor da pintura renascentista italiana. Um dos seus famosos afrescos, é apresentado no quadro acima, que deixa entrever a sensibilidade de seu gênio inovador.
No século XV, formam-se as grandes "escolas" de pintores italianos, em . Florença, Roma e Veneza. São elas que introduzem a preocupação com a fidelidade anatômica, o emprego do claro-escuro, o costume anacrônico de se vestir personagens de outras épocas com roupas contemporâneas,, a representação de cenas históricas de outras eras, dentro de cenários renascentistas e a paisagem de fundo, pratica que se tornaria um dos distintivos da pintura daquele época. Entre os artistas do período, lembramos MASSACCIO e BOTTICELLI.
No fim do século XV e inicio do seguinte, a pintura renascentista italiana atinge o máximo esplendor, graças, sobretudo, à obra de três grandes Leonardo DA VINCI, Rafael SANZIO e Miguel ÂNGELO.
Leonardo DA VINCI (1452-1519) - Um dos gênios mais completos que à conhece. Além de inventor é engenheiro, arquiteto, desenhista, anatomista, músico e pintor.
Neste campo, deixa poucas obras, porém, famosas: A Última , hoje quase irreconhecível pela conservação; a "Virgem dos Rochedos", a "Anunciação" e a "Gioconda" são as principais. Na Gioconda ou Mona Lisa é curioso o sorriso enigmático estampado no semblante da sorriso que desafia qualquer definição.
MIGUEL ÂNGELO (11475-1564) - Um dos maiores gênios artísticos de todos os tempos, é arquiteto, poeta, pintor e, sobretudo, escultor. Suas pinturas, aliás, têm marcantes características escultóricas, distinguindo-se pelo movimento, força .e vigor das figuras, todas musculosas, tensas e estuantes vida. Suas pinturas mais importantes estão na Capela Sistina, onde se destacam entre quadros não menos admiráveis, ''O Juízo Final" e ''A Criação do Homem'':
São, também, notáveis na pintura italiana: Fra Lippo Lippi, Fra Angelico, Tíciano, Correggio, Veronese, Ghirlandaio e Tintoretto, entre muitos outros.
TINTORETTO (1518-1549) - Fugindo aos padrões estilísticos da época, introduz um novo estilo na pintura italiana: o barroco.
O BARROCO
Dá-se o nome ''Barroco" ao estilo artístico predominante na arte européia, da 2' metade do século XVI, aos inícios do século XVIII. A origem deste nome é controvertida, mas seu sentido original é pejorativo. O termo é usado pelos néo-classicistas, para depreciar a arte do período imediatamente anterior a eles, arte exuberante e livre, tão diferente dos padrões clássicos, novamente na moda.
características do barroco
A arte barroca tem como características principais:
* O predomínio do emocional sobre o racional;
* A liberdade completa de criação, emancipando-se o artista de quaisquer regras ou padrões absolutos e imutáveis;
* A busca de efeitos decorativos e visuais, através de curvas e contra-curvas, planejamentos ondulados, movimentação de formas, colunas retorcidas (colunas salomônicas), abundância de elementos meramente decorativos, contrastes de luz e sombra;
* A inspiração popular, impregnada de forte realismo;
* O dinamismo na composição;
* A eliminação da linha reta e predomínio da vertical sobre a horizontal. Formas livres e fuga do geométrico;
* O inter-relacionamento das artes, com a escultura e arquitetura intimamente entrelaçadas.
* A valorização do entalhe, sobre tudo na construção de altares e retábulos, luxuosamente decorados, com policromias e aplicações a ouro;
* Na pintura, violentos contrastes de luz e sombra inovam o espaço pictórico: a figura vem para a frente, contrastando com o fundo escuro do quadro, A composição desenvolve-se em ritmo dinâmico, geralmente acompanhando uma linha em espiral, orientada para a parte superior do quadro. É o chamado "movimento multifário, em que cada forma se prende à seguinte e se complementa com ela.
É um movimento em cadela, que parece não ter começo nem fim.
*Na pintura de tetos, com efeitos ilusionistas. A aparência de profundidade conseguida é, por vezes, tão grande que tem-se a impressão de uma abertura no teto, através da qual se pode ver o céu;
* Na arquitetura, destacam-se as fachadas simples, com os frontões triangulares modificados por curvas e volutas, e o contraste freqüente entre a simplicidade do exterior e a opulência decorativa do interior.
origem e difusão do barroco
É difícil precisar o local e a época do aparecimento do barro. Para a maioria dos historiadores, seu berço é a Itália; e a época, o final do Renascimento, quando os valores da arte clássica começam a ceder lugar a novos valores, com o predomínio do decorativo, da opulência e do movimento.
Assim, pelo dramatismo das figuras, pela exuberância dos movimentos e, por outras características. Miguel Ângelo, Tintoretto e Ticiano marcam jà o início do barroco.
A ARTE NO SÉCULO XIV
A ARTE NEOCLÁSSICA
Em 1764, o estudioso alemão Johann Winckelmann publica sua "História da Arte Antiga", obra monumental onde proclama: "O único meio pelo qual podemos nos tornar realmente grandes é a imitação dos antigos artistas" . Esta frase sintetiza uma nova teoria, segundo a qual existe uma beleza absoluta, ideal e válida para todos os tempos; uma beleza que não se encontra na natureza, mas no espírito humano, fruto da técnica e do estudo, mais que da inspiração e que só pode ser atingida pela razão, não pelo sentimento. Quem mais se aproximou desta beleza ideal foram os artistas do período clássico greco-romano e os renascentistas italianos, justamente porque imitaram 'aqueles. Tais idéias darão vida a um novo estilo artístico, o neoclassicismo, que logo encontrará aceitação nas Academias de Arte oficiais, sobretudo na França. É ali, também, que encontrará, como reação ao barroco (arte que lembra o absolutismo monárquico) e ao rococó (arte da nobreza decadente) o ambiente ideal para seu desenvolvimento, nos agitados tempos da Revolução Francesa e império Napoleônico.
As principais características do neoclassicismo são:
* Imitação dos modelos "clássicos", isto é, da cultura greco-romana:
* Rígido convencionalismo nos temas e técnicas, derivados do estudo daquelas obras;
* Academicismo, isto é, sujeição às regras ensinadas nas escolas oficiais ou Academias de Belas Artes.
O neoclassicismo difunde-se por todo o mundo ocidental, sobretudo nos inícios do século XIX. Entretanto, a sujeição a regras imutáveis impede um maior desenvolvimento dos valores e limita a expansão da criatividade de muitos artistas.
Pintura neoclássica
A pintura neoclássica se pelo formalismo na composição exatidão dos contornos.
Os mais famosos pintores do classicismo são os franceses DAVID INGRES.
DAVID (1748-1825)- é introdutor da pintura neoclássica na França com a tela "O Juramento dos Horácio". Seus grandes dotes são, de certo modo, prejudicados pelo convencionalismo do ambiente artístico acadêmico. Uma de suas obras mais famosas é a "Coroação de Napoleão". Pintor oficial da corte imperial, é, também, excelente retratista.
A ARTE ROMÂNTICA
No segundo quartel do século XIX surge, nas artes européias, uma reação ao academicismo. É o estilo romântico que, guardadas as proporções, opõe-se ao neoclássico do mesmo modo que o barroco se opôs ao renascimento.
* Na Pintura: a exatidão do desenho neoclássico cede lugar à exuberância da cor, aos contrastes de luz e sombra; a apuração técnica é substituída pelas pinceladas livres, pastosas e irregulares.
Os pintores mais notáveis são os ingleses CONSTABLE e TURNER, além dos franceses GÉRICAULT, DELACROIX e DAUMIER.
CONSTABLE e TURNER, são precursores do impressionismo.
GÉRICAULT (1791-1824) - é o fundador da escola romântica, com sua famosa tela "A Jangada do Medusa'', que representa um grupo de náufragos é o navio Medusa buscando a salvação:
DELACROIX(1798-1863) – sua tela "Dante e Virgílio no Inferno" tem grande repercussão, passando ele, pouco depois, a ser considerado o chefe do movimento romântico. "A Liberdade conduzindo o povo", tela inspirada na Revolução de 1830, é uma de suas obras-primas.
DAUMIER (1808-1879) – considerado o gênio da caricatura, foge estilisticamente a qualquer classificação. Alguns críticos situam-no entre os realistas. Outros preferem considerá-lo um caso à parte.
A ARTE REALISTA
Acompanhando a evolução sociedade política da segunda metade do século XIX, surge, na arte européia, o realismo, movimento impregnado de idéias políticas e sociais, cujas principais características são:
* Objetividade nas manifestações artísticas, condenando-se, igualmente, a idealização padronizada do neoclassicismo e a livre interpretação pessoal do romantismo;
* Participação das artes na realidade social e política do ambiente em que vive o artista;
* Identificação e reprodução das características distintivas dos fatos, coisas, ou pessoas representadas, mais que a preocupação com detalhes de menor importância.
ARQUITETURA REALISTA
A arquitetura beneficia-se do notável avanço da técnica contemporânea. Materiais até então inexplorados, como o vidro, o ferro, o cimento e, principalmente o concreto armado, abrem novas perspectivas para os arquitetos.
A primeira estrutura metálica – uma ponte de ferro sobre o rio Severn, na Inglaterra - é construída pelo engenheiro inglês WILKINSON em 1775. Mas, só em 1843 é que as estruturas metálicas começam a ser empregadas nos edifícios, quando o francês LABROUSTE, com ferro e aço, faz cobertura do salão da Biblioteca Santa Genoveva, em Paris. Em 1851, na Exposição de Londres, o inglês PAXTON constrói o monumental "Palácio de Cristal'', todo de ferro e vidro. E, em 1889, Gustavo Eiffel, levanta em Paris a famosa torre, que se transformará num cartão de visitas da "Cidade Luz".
na escultura
O nome principal é do francês Augusto RODIN (1840- 1917). Escultor monumental, retratista excelente e hábil modelador, continua a ser uma das figuras mais discutidas da arte européia. Sua famosa estátua de São João Batista demonstra o realismo e a técnica característicos de seu trabalho. Rodim é, com razão, considerado o iniciador da escultura moderna.
pintura realista
A transição do romantismo realismo começa com um artistas, a chamada "Escola de Barbizon", onde encontramos também os precursores do impressionismo e importantes nomes dos inícios da arte moderna. Em 1855, por ocasião da Exposição Universal de Paris, COURBET, não concordando com a localização de seus quadros no Salão de Paris, retira-os e organiza, num barracão das vizinhanças, uma exposição, tendo, na entrada, uma tabuleta: LE RÉALISME. Sua tela "O Enterro em Ornans" é considerada o marco inicial do movimento.
MANET e DEGAS marcam a transição do realismo ao impressionismo.
cubismo analítico
No cubismo analítico a forma se desestrutura, em todos os seus elementos. O artista decompõe-na em partes, registrando todos os seus elementos, em planos sucessivos e superpostos. O que eles procuram é a visão total da figura, pelo espectador, examinando-a em todos os ângulos, em um mesmo momento, através da fragmentação da figura. É como se o espectador girasse ao redor dela. A superposição das formas, criando vários planos, em movimentos simultâneos, mostrando a figura, em suas partes, coloca na pintura a representação do tempo. Eles criam, neste momento, no cubismo, a quarta dimensão, que é o tempo na obra da arte.
colagens
A partir de 1911, PICASSO e BRAQUE passam a introduzir no cubismo as colagens, colocando letras, números, tecidos, jornal, envelopes, selos, baralhos, embalagens de cigarros e outros elementos da vida diária.
Eles procuram, com estes objetos, colocar os símbolos da vida, em uma obra que se afasta da figura humana. A cor é pobre e grave.
cubismo sintético
Prosseguindo em suas pesquisas, o cubismo passa para a fase sintética. As decomposições das formas são menos fragmentadas. Reunidas, formam uma síntese de elementos, embora a figura continue geometrizada, afastando-se das aparências naturais.
A figura é dividida em planos, segmentos e zonas de cor, dentro de uma escala tonal. O movimento e a simultaneidade do tempo em relação à figura perdem seus valores neste período. A figura é vista, geralmente, de um ângulo apenas. Nesta fase, as formas se tornam mais decorativas e mais ricas em cores, em contraste com o analítico. Os principais artistas são:
PICASSO, BRAQUE, JUAN GRIS, DELAUNAY, LÉGER, LHOTE, SEVERlNl, PICABIA, FRESNAY, VILLON, MARCEL DUCHAMP, entre muitos outros.
É a abstratização do cubismo.
Surge a partir de 1912 e é batizado por APOLLINAIRE.
LÉGER, impregna suas composições com a expressão da tecnologia, no movimento das máquinas.
A velocidade, o ruindo e a rapidez, na sucessão do tempo, na era moderna, estão expressos nas cores harmoniosas e quentes do orfismo de DELAU NAY. A sua composição procura acentuar o dinamismo, pelo contraste simultâneo da cor. Os principais artistas do movimento são: FRANZ MARC, AUGUSTE MACKE, MORGAN RUSSEL e MAC DONALD, além de outros.
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BREVE HISTÓRICO DA ARTISTA LUZIA ZANOLLI Voltar
A artista
plástica Luzia Zanolli, nasceu em 23 de janeiro de 1952, em Conceição do
Castelo - ES. Descendentes de Italianos a família Zanolli, imigrou para Rondônia
em 1969, trazendo a jovem Luzia que já mostrava uma notória inclinação para
as artes, o que mais tarde viria a sensibilizar a irmã Lenilda Sampaio, do
Instituto Maria Auxiliadora (Porto Velho) que iniciou a jovem do interior do
Estado no mundo das artes.
Luzia
permaneceu por 3 anos trabalhando e estudando nesta renomada
instituição.
Com o término
deste período de aprendizagem retornou para Pimenta Bueno e casou-se com um dos
principais pioneiros do Estado o topógrafo Manoel Brandão (família Patrocínio
– BA), com o qual teve dois filhos Davi e Lucy.
Em
1976 foi contratada pelo governo
federal para trabalhar como profª de educação artística nas escolas do Município
de Pimenta Bueno (onde fixa residência até hoje), em 1979 separou-se de seu
marido.
Na Década
de 80 Luzia inicia uma nova fase de seu trabalho, fundando no dia 05 de março
de
Consolida
nova união conjugal com o Srº Adelmo José de Almeida, tendo como fruto deste
curto relacionamento sua Segunda filha, Hislaine que concluiu o curso de
psicologia no mês de Junho deste em Recife-PE.
Iniciou
trabalho de reintegração social com presos do município(Pimenta Bueno),
realizando em abril de
Esta
pioneira mostra surpreendeu autoridades locais dado o talento de artistas que
outrora eram encarados com preconceito pela sociedade Pimentense.
A escola Cândido
Portinari marcou para sempre a história da cultura em nosso município, devido
sua grande variedade artístico cultural, foi sem dúvida o marco inicial para
maioria dos artistas que consolidarão carreira no Brasil ou até mesmo no
exterior, nomes como: Ari Marken Dorf, Gibra, José Ribamar, Ademir Mota, Luiz
Estevão, Luciano de Oliveira, dentre outros, também fazem parte deste
movimento.
Infelizmente
por falta de apoio esta escola teve que fechar suas portas em 1991.
Em
1995 Luzia Zanolli, funda sua própria
instituição, com o intuito de desenvolver novamente a cultura de nosso Município,
através de convênios e doações de empresas ou pessoas físicas; atingindo
todas as classes sociais, sem preconceito racial ou religioso, através de um
trabalho com profissionais competentes nas diversas áreas da cultura (artes cênicas,
plásticas, marciais, dentre outras), cada uma com seu próprio departamento
porem utilizando-se do mesmo espaço, o INSTITUTO
ZANOLLI.
Dentre os
eventos culturais que a artista Luzia Zanolli participou ou realizou vale
destacar:
-
Em 1982 – Participou do 1º Festival
da cultura de Rondônia
-
Em 1983 – Participou da 1ª Feira da
cultura Brasileira (Bienal) de 26/02/1983 à 06/03/1983
Participou
também no concurso Juninas
E
Participou ainda do IV Marco no centro de convenções de Brasília - DF de
25/10/1983 à 30/10/1983 recebendo boas críticas do alemão Srº Anton Fritz.
-
Em 1984 – Exposições.
- 2º
coletiva de artes plásticas na Embratel 11/06/1984
- 3ª
coletiva de artes plásticas na Arte Centro 06/1984
-
Em 1986 – Exposição coletiva na
Arte Centro 16/06/1986
-
Em 1987 – Exposição coletiva
-
Em 1989 – Exposição coletiva de
Vila Velha-ES, 17/03/1989, Centro Cultural Dom Bosco.
- Ainda em
1989 – Exposição coletiva Banco do Brasil, 08/05/1989, Pimenta Bueno-RO,
juntamente com os artistas Luciano Oliveira e Delcimar Fragoso.
-
Em 1991 – Exposição no Palácio da
Cultura Gustavo Campanema, Rio de Janeiro-RJ, 01/11/1991 à 03/11/1991, artista
convidado José G. da Selva.
-
Em 1993 – Turne em Portugal,
"motivos amazônicos" a convite dos empresários Noredi Shimanschi
(Sonovox) e Lau Van Dany (Proj. Cenografica).
-
Em Outubro de 2004-Expôs na Suíça,
no Café Littéraire a convite da (sobrinha) artista Esmerada do Patrocínio
(atriz e cantora lírica); a Revista
Pessoas (divulgadora da cultura Portuguesa) de circulação local fez uma
entrevista sobre o tema utilizado por
Luzia.
-A partir do dia 28 de
Novembro a 02 Dezembro de 2005, participara de uma importante exposição de
artes plásticas juntamente com outros representantes de países estrangeiros na ONU, sendo Luzia Zanolli a única representante do Brasil, foi indicada pela renomada Promotora de Artes
Martine Rafael(atuante na França e Suíça).
Contatos
com a Artista:
Fone(69)3451-6709
ou E-mail:luziazanolli@hotmail.com
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